do Cesar Fudeba (como disse o Sturaro)....
Uma hora: $40 - $04 minutos, $0E10 segundos, $24 x $0A^$05 milisegundos...
Um astro: Ator? Nenhum me vem a cabeça. Corpo Celeste? O Sol
Um móvel: Sofá
Um líquido: Suco de laranja
Uma pedra preciosa: Água-marinha (é a minha Birthstone)
Uma árvore: O Ipê em frente de casa...
Uma flor: A flor da minha esposa
Um animal: Gato
Uma cor: Azul
Uma música: Juke Box Hero, do Foreigner
Um livro: Elite da Tropa
Comida: Lasanha
Um lugar: "Onde está o seu tesouro, lá está o seu Coração"
Um verbo: Pensar
Uma expressão: A expressão do ano: "Número 7, traz o saco e a vassoura..."
Um mês: Setembro
Um número: 34
Um instrumento musical: Violino
Uma estação do ano: Verão
sábado, 22 de dezembro de 2007
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Sobre Jaú e meu pai - parte final
Meu pai chegou antes de tentarmos o "plano", e ele falou de procurarmos um restaurante para almoçarmos fora. Pensei: pronto, agora vamos peregrinar!
São Paulo, no centrão, procurar um restaurante aberto é quase como achar agulha no palheiro. Antes que perguntem, eu moro no CENTRO, perto da República, do Anhagabaú, da Sé... Falo isso porque tem gente que acha que o centro de São Paulo é na Paulista ou, pior, em Santo Amaro ou Pinheiros.
Voltando a busca, pensei em um restaurante / rodízio perto do metrô Anhangabaú, mas ele estava fechado (como 99% de todos os restaurantes no centro). Meu pai achou estranho, mas seguimos em frente. Aí eu tinha me lembrado de um que eu fui jantar com a Mô faz mais ou menos 1 ano. Fomos lá e, por "sorte", ele estava aberto.
Ele era rodízio, o que significa comer à "vontade", e foi o que fizemos. À vontade até demais.
Depois de muita carne (algumas boas, outras nem tanto), Coca-cola (o líquido negro trevoso, hehehe....) e muita conversa, fomos embora e meu pai voltou para casa.
Na segunda-feira (vejam só a saga...) era meu último dia no trampo, depois entrei de férias (férias, hahahahaha, quem faz mestrado não conhece isso). Tinha um projeto meio que pendente e acabei correndo com ele. Sorte minha que não tinha aula, porque senão...
Bom, não tinha comido muita coisa, mas o que quer que eu tenha comido na segunda foi a gota d'água na terça, feriado. Passamos mal. Eu primeiro, com o estômago ruim e o instestino pior. Quase precisei ir no médico. Ainda bem que, depois de algumas "chamadas" de pessoas que nem conheço (acho que vcs. entenderam), fiquei um pouco melhor. Na quarta-feira ainda me recuperei, tava tão fraco que era capaz de desintegrar se eu fosse para escola. Era dia de entregar várias atividades, dia de prova e tinha uma apresentação para fazer (e o cabeção aqui tinha esquecido que era reposição de aula). Eu estava tão ruim que nem levantei no horário certo, acordei beeem tarde.
Quando eu começo a melhorar na quinta-feira, é a vez da Mô ficar ruim. E ela fica assim na quinta e na sexta, se recuperando no sábado. Moral da história: em vez de fazer o mais lógico (comer em casa, pegar leve) abusamos da sorte. E o pior que os dois já estavam vacinados desse problema, já tivemos uma crise parecida no começo do ano.
Agora estamos bem tranquilos, comendo só o necessário, tirando o refri (que já estava) e até os sucos "naturais" (em caixinha) da nossa dieta, e pegando beeem mais leve.
Mortos e feridos, vivemos todos.
E foi por isso que também não postei sobre Jaú antes...
Espero poder ir nos próximos... e se possível levar alguma coisa...
As fotos do evento estão no meu "Flikr":
http://www.flickr.com/photos/11107300@N02/sets/72157603209826720/
E postei um vídeo do VDU em ação aqui:
São Paulo, no centrão, procurar um restaurante aberto é quase como achar agulha no palheiro. Antes que perguntem, eu moro no CENTRO, perto da República, do Anhagabaú, da Sé... Falo isso porque tem gente que acha que o centro de São Paulo é na Paulista ou, pior, em Santo Amaro ou Pinheiros.
Voltando a busca, pensei em um restaurante / rodízio perto do metrô Anhangabaú, mas ele estava fechado (como 99% de todos os restaurantes no centro). Meu pai achou estranho, mas seguimos em frente. Aí eu tinha me lembrado de um que eu fui jantar com a Mô faz mais ou menos 1 ano. Fomos lá e, por "sorte", ele estava aberto.
Ele era rodízio, o que significa comer à "vontade", e foi o que fizemos. À vontade até demais.
Depois de muita carne (algumas boas, outras nem tanto), Coca-cola (o líquido negro trevoso, hehehe....) e muita conversa, fomos embora e meu pai voltou para casa.
Na segunda-feira (vejam só a saga...) era meu último dia no trampo, depois entrei de férias (férias, hahahahaha, quem faz mestrado não conhece isso). Tinha um projeto meio que pendente e acabei correndo com ele. Sorte minha que não tinha aula, porque senão...
Bom, não tinha comido muita coisa, mas o que quer que eu tenha comido na segunda foi a gota d'água na terça, feriado. Passamos mal. Eu primeiro, com o estômago ruim e o instestino pior. Quase precisei ir no médico. Ainda bem que, depois de algumas "chamadas" de pessoas que nem conheço (acho que vcs. entenderam), fiquei um pouco melhor. Na quarta-feira ainda me recuperei, tava tão fraco que era capaz de desintegrar se eu fosse para escola. Era dia de entregar várias atividades, dia de prova e tinha uma apresentação para fazer (e o cabeção aqui tinha esquecido que era reposição de aula). Eu estava tão ruim que nem levantei no horário certo, acordei beeem tarde.
Quando eu começo a melhorar na quinta-feira, é a vez da Mô ficar ruim. E ela fica assim na quinta e na sexta, se recuperando no sábado. Moral da história: em vez de fazer o mais lógico (comer em casa, pegar leve) abusamos da sorte. E o pior que os dois já estavam vacinados desse problema, já tivemos uma crise parecida no começo do ano.
Agora estamos bem tranquilos, comendo só o necessário, tirando o refri (que já estava) e até os sucos "naturais" (em caixinha) da nossa dieta, e pegando beeem mais leve.
Mortos e feridos, vivemos todos.
E foi por isso que também não postei sobre Jaú antes...
Espero poder ir nos próximos... e se possível levar alguma coisa...
As fotos do evento estão no meu "Flikr":
http://www.flickr.com/photos/11107300@N02/sets/72157603209826720/
E postei um vídeo do VDU em ação aqui:
domingo, 25 de novembro de 2007
Sobre Jaú parte II - e meu pai
O segundo dia foi bem diferente do primeiro. Isso, em uma viagem, é muito bom pq. quando os dias parecem os mesmos significa que é hora de voltar.
O evento em si ficou mais interessante, mais com cara de MSX mesmo. Além da banquinha com Zines e camizetas montada pelo Ricardo, tinham alguns produtos do Tabajara (gente boa também, diga-se), mais MSX's ligados.
Vários fudebas ilustres apareceram no segundo dia: RicBit, Oazem, o restante da galera do Rio...
O RicBit mostrou várias fotos da ida dele a um museu de informática na Califórnia.
Depois o Oazem mostrou o VDU em ação mais uma vez. E ele mostrou um demo preparado especialmente para Jaú: Prince of Persia! Ficou muito massa, da hora mesmo! E o detalhe: feito 100% em BASIC, justamente para mostrar a facilidade em utilizar o VDU. Aliás, o Oazem foi super gente fina, me explicando como funciona o VDU, inclusive com detalhes do seu funcionamento (até me animei para fazer uma coisa que, se der, eu posto por aqui). Até eu brinquei um pouco com o VDU... Cara, abre amplas possibilidades (parece que o DJC também deu uma olhada).
O FRS, no dia anterior, estava com o seu projeto de "emulador" (talvez o correto seja tradutor) dos comandos do módulo FM para que eles funcionem no MSX-Audio. Ele até mostrou alguns exemplos de como fica o som do FM quando ele é traduzido adequadamente para o chip do MSX-Audio. E ele quer fazer um conversor em hardware. Espero que ele consiga e, se estiver no meu alcance e se ele precisar, estou a disposição.
O DJC mostrou um mega projeto: converter o Altered Beast, originalmente feito para fita K7, para que ele rode em disquete. Ficou muito bacana, e ele disponibilizou de graça o projeto. Realmente ficou coisa fina.
No almoço do segundo dia conseguimos (eu e a Mô) beber o tal do refrigerante 15. De fato, ele é ótimo. Tem pouco gás e o sabor lembra uma mistura de guaraná Taí com Tubaína.
No almoço descobrimos algo incrível: o Spy tem mãe! Pena que, um pouco depois do almoço, tivemos que ir embora, nem deu para falar com ela direito.
Conheci o Edgar Pinheiro, do Nordeste, e ele me falou sobre o CP 400 dele. Edgar, quando der, eu te mando um email com o caminho das pedras sobre ligar o CP 400 via cabo video composto, ok?
Falei um pouco com o Moacyr nos dois dias. Tanto ele como a esposa são super gente fina mesmo. Espero poder encontrar com eles mais vezes, afinal eles são daqui de sampa...
Conheci o Paulo Maluf no primeiro dia. Pena que ele só pode ir de novo no terceiro dia. O mesmo aconteceu com o Carchano, que só apareceu nos últimos dias.
Empacotamos as nossas coisas no dia 16, à tarde e, lá pelas 17h, pegamos o ônibus com destino a São Paulo. É muito chato ter que sair assim no meio, mas não tivemos outra escolha. Não dava para deixar os "pequeninos" sem cuidados por tanto tempo. E tinha um monte de coisas do mestrado para fazer também.
Falando do mestrado, volto a questão do Notebook. Deveria ter levado ou não? No começo achei melhor levar porque estava realmente apertado com várias coisas para fazer. Mas foi melhor não ter levado por três motivos:
1) Ele é pesado, pesa quase 3 kilos. Preciso arrumar um Notebook que seja realmente portátil ou trocar o meu Palm Tungsten E por um T|X ou superior
2) Iria ficar ainda mais preocupado em fazer as minhas coisas do que aproveitar a viagem
3) Sem saber, eu iria ter muuuito tempo para fazer as coisas...
Beleza. Chegamos à casa na sexta-feira à noite. Descansamos, fomos fazer algumas atividades no sábado. Comecei a colocar algumas coisas em ordem.
No Domingo, de surpresa, meu pai me visita. Aqui vale uma explicação. Em 2005 eu saí de casa, enquanto ele e minha mãe estavam viajando. No final de 2005 eu casei e me mudei para um apartamento dois andares acima daquele que eu estava morando em 2005. Já estamos morando aqui quase dois anos e nada dos meus pais aparecem. E eis que o meu "velho" surge, do nada.
Ele veio à pé, aproveitando-se do fato de que está com mais de 65 anos (o que significa passagens grátis). Depois de dar algumas orientações ele chega aqui bem na hora do almoço.
Antes de ele ter ligado, olho pela janela e vejo o lugar que vende frango assado. Pensamos, eu e a Mô, de comprar um e isso iria ser o nosso almoço.
No último post falo como a história termina (e nós quase terminamos também...)
O evento em si ficou mais interessante, mais com cara de MSX mesmo. Além da banquinha com Zines e camizetas montada pelo Ricardo, tinham alguns produtos do Tabajara (gente boa também, diga-se), mais MSX's ligados.
Vários fudebas ilustres apareceram no segundo dia: RicBit, Oazem, o restante da galera do Rio...
O RicBit mostrou várias fotos da ida dele a um museu de informática na Califórnia.
Depois o Oazem mostrou o VDU em ação mais uma vez. E ele mostrou um demo preparado especialmente para Jaú: Prince of Persia! Ficou muito massa, da hora mesmo! E o detalhe: feito 100% em BASIC, justamente para mostrar a facilidade em utilizar o VDU. Aliás, o Oazem foi super gente fina, me explicando como funciona o VDU, inclusive com detalhes do seu funcionamento (até me animei para fazer uma coisa que, se der, eu posto por aqui). Até eu brinquei um pouco com o VDU... Cara, abre amplas possibilidades (parece que o DJC também deu uma olhada).
O FRS, no dia anterior, estava com o seu projeto de "emulador" (talvez o correto seja tradutor) dos comandos do módulo FM para que eles funcionem no MSX-Audio. Ele até mostrou alguns exemplos de como fica o som do FM quando ele é traduzido adequadamente para o chip do MSX-Audio. E ele quer fazer um conversor em hardware. Espero que ele consiga e, se estiver no meu alcance e se ele precisar, estou a disposição.
O DJC mostrou um mega projeto: converter o Altered Beast, originalmente feito para fita K7, para que ele rode em disquete. Ficou muito bacana, e ele disponibilizou de graça o projeto. Realmente ficou coisa fina.
No almoço do segundo dia conseguimos (eu e a Mô) beber o tal do refrigerante 15. De fato, ele é ótimo. Tem pouco gás e o sabor lembra uma mistura de guaraná Taí com Tubaína.
No almoço descobrimos algo incrível: o Spy tem mãe! Pena que, um pouco depois do almoço, tivemos que ir embora, nem deu para falar com ela direito.
Conheci o Edgar Pinheiro, do Nordeste, e ele me falou sobre o CP 400 dele. Edgar, quando der, eu te mando um email com o caminho das pedras sobre ligar o CP 400 via cabo video composto, ok?
Falei um pouco com o Moacyr nos dois dias. Tanto ele como a esposa são super gente fina mesmo. Espero poder encontrar com eles mais vezes, afinal eles são daqui de sampa...
Conheci o Paulo Maluf no primeiro dia. Pena que ele só pode ir de novo no terceiro dia. O mesmo aconteceu com o Carchano, que só apareceu nos últimos dias.
Empacotamos as nossas coisas no dia 16, à tarde e, lá pelas 17h, pegamos o ônibus com destino a São Paulo. É muito chato ter que sair assim no meio, mas não tivemos outra escolha. Não dava para deixar os "pequeninos" sem cuidados por tanto tempo. E tinha um monte de coisas do mestrado para fazer também.
Falando do mestrado, volto a questão do Notebook. Deveria ter levado ou não? No começo achei melhor levar porque estava realmente apertado com várias coisas para fazer. Mas foi melhor não ter levado por três motivos:
1) Ele é pesado, pesa quase 3 kilos. Preciso arrumar um Notebook que seja realmente portátil ou trocar o meu Palm Tungsten E por um T|X ou superior
2) Iria ficar ainda mais preocupado em fazer as minhas coisas do que aproveitar a viagem
3) Sem saber, eu iria ter muuuito tempo para fazer as coisas...
Beleza. Chegamos à casa na sexta-feira à noite. Descansamos, fomos fazer algumas atividades no sábado. Comecei a colocar algumas coisas em ordem.
No Domingo, de surpresa, meu pai me visita. Aqui vale uma explicação. Em 2005 eu saí de casa, enquanto ele e minha mãe estavam viajando. No final de 2005 eu casei e me mudei para um apartamento dois andares acima daquele que eu estava morando em 2005. Já estamos morando aqui quase dois anos e nada dos meus pais aparecem. E eis que o meu "velho" surge, do nada.
Ele veio à pé, aproveitando-se do fato de que está com mais de 65 anos (o que significa passagens grátis). Depois de dar algumas orientações ele chega aqui bem na hora do almoço.
Antes de ele ter ligado, olho pela janela e vejo o lugar que vende frango assado. Pensamos, eu e a Mô, de comprar um e isso iria ser o nosso almoço.
No último post falo como a história termina (e nós quase terminamos também...)
Sobre Jaú
Queria ter postado antes, mas a semana tava mais complicada do que de costume. Vamos lá!
Jaú foi espetacular! Encontrar o Wilson, o Toni e o resto da galera que só conheço virtualmente foi muito dez. A viagem em si foi bem tranquila, deu para ouvir vários mp3's e até jogar um pouco de Gameboy Advance (espero que, no próximo encontro, eu ache algum emulador legal de MSX para GBA para jogar os clássicos no caminho).
A Mô adorou o trajeto, pois estava cheio de bichinhos, como vacas, cavalos, etc.
Foi a primeira vez que deixamos os nossos gatos "sozinhos" por dois dias. E eles aguentaram bem.
Em Jaú ficamos no Hotel Jardim (o mesmo que ficou o Sturaro e o Davi). Nem sabia que tinha internet wi-fi, senão até levava o meu notebook... peraí, notebook?
Essa era umas das questões polêmicas: eu deveria ter levado o meu notebook para Jaú? Eu volto para essa questão mais tarde.
O local é super massa. A Mônica até pensou na possibilidade de um dia morarmos em Jaú, em uma "pequena" propriedade. Eu estou louco para sair de Sampa, então se um dia encontrarmos o lugar certo longe da "capitar", mudamos mesmo. Ela não é uma super-fã de calçados, mas graças à esposa do Moacyr (os dois muito gente fina por sinal!) ela até se animou e pegou um sapato.
No evento em si, tinha vários MSX sim, pena que estão desligados. Se eu tivesse carro e fosse de carro levaria monitores / TV's para ligar os bichinhos. Enquanto um "scan-doubler" para ligar os MSX's em monitores modernos não for algo popular, fica difícil ligar vários MSX's ao mesmo tempo.
Conheci o Carlos e o OCM. É o tal negócio: dá para fazer um MSX on-a-chip. Só que, para nós que vivemos na américa, as coisas são bem mais complicadas.
O primeiro dia foi mais para reconhecimento do lugar (a escola é muito boa), das pessoas e do X-Fudeba, à noite. Aliás isso rendeu um fato pitoresco:
- Hum, acho que vou pedir dois deste especial aqui
- Você tem certeza?
- Os pães aqui são um pouco maiores - era o Toni me explicando
- Tá bom então. Vamos pedir um só. Se eu ainda estiver com fome, peço outro...
Quando o lanche chegou... meu Deus! Devia ter levado a minha câmera (bateria fraca...). Consegui comer uns 55% do lanche, e a Mô contribuiu com 25%. Ainda faltou quase um quarto do lanche e os dois já estavam cheios.
Kim comendo o lanche dele sozinho e colocando litros de pimenta dava medo.... especialmente para o pessoal que estava dividindo o quarto com ele. E se ele fizesse digestão? Seria um ataque biológico em plena Jaú! :-)
Fomos até o Shed... ah, me esqueci de uma pequena saga que eu e a Mô começamos no primeiro dia: encontrar algum lugar que vendesse 15, o refrigerante local. Por incrível que pareça, nem no X-Fudeba e nem no Shed tinha tal refri. Ficamos na instiga....
Encontramos a galera do Rio no X-Fudeba e praticamente tomamos o lugar.
No fim do dia só descansar, tomando um banho ultra-quente na ducha do Jardim (é uma daquelas que vc. coloca água quente e mistura com água fria)
No próximo post falo do segundo dia e da semana pós-Jaú
Jaú foi espetacular! Encontrar o Wilson, o Toni e o resto da galera que só conheço virtualmente foi muito dez. A viagem em si foi bem tranquila, deu para ouvir vários mp3's e até jogar um pouco de Gameboy Advance (espero que, no próximo encontro, eu ache algum emulador legal de MSX para GBA para jogar os clássicos no caminho).
A Mô adorou o trajeto, pois estava cheio de bichinhos, como vacas, cavalos, etc.
Foi a primeira vez que deixamos os nossos gatos "sozinhos" por dois dias. E eles aguentaram bem.
Em Jaú ficamos no Hotel Jardim (o mesmo que ficou o Sturaro e o Davi). Nem sabia que tinha internet wi-fi, senão até levava o meu notebook... peraí, notebook?
Essa era umas das questões polêmicas: eu deveria ter levado o meu notebook para Jaú? Eu volto para essa questão mais tarde.
O local é super massa. A Mônica até pensou na possibilidade de um dia morarmos em Jaú, em uma "pequena" propriedade. Eu estou louco para sair de Sampa, então se um dia encontrarmos o lugar certo longe da "capitar", mudamos mesmo. Ela não é uma super-fã de calçados, mas graças à esposa do Moacyr (os dois muito gente fina por sinal!) ela até se animou e pegou um sapato.
No evento em si, tinha vários MSX sim, pena que estão desligados. Se eu tivesse carro e fosse de carro levaria monitores / TV's para ligar os bichinhos. Enquanto um "scan-doubler" para ligar os MSX's em monitores modernos não for algo popular, fica difícil ligar vários MSX's ao mesmo tempo.
Conheci o Carlos e o OCM. É o tal negócio: dá para fazer um MSX on-a-chip. Só que, para nós que vivemos na américa, as coisas são bem mais complicadas.
O primeiro dia foi mais para reconhecimento do lugar (a escola é muito boa), das pessoas e do X-Fudeba, à noite. Aliás isso rendeu um fato pitoresco:
- Hum, acho que vou pedir dois deste especial aqui
- Você tem certeza?
- Os pães aqui são um pouco maiores - era o Toni me explicando
- Tá bom então. Vamos pedir um só. Se eu ainda estiver com fome, peço outro...
Quando o lanche chegou... meu Deus! Devia ter levado a minha câmera (bateria fraca...). Consegui comer uns 55% do lanche, e a Mô contribuiu com 25%. Ainda faltou quase um quarto do lanche e os dois já estavam cheios.
Kim comendo o lanche dele sozinho e colocando litros de pimenta dava medo.... especialmente para o pessoal que estava dividindo o quarto com ele. E se ele fizesse digestão? Seria um ataque biológico em plena Jaú! :-)
Fomos até o Shed... ah, me esqueci de uma pequena saga que eu e a Mô começamos no primeiro dia: encontrar algum lugar que vendesse 15, o refrigerante local. Por incrível que pareça, nem no X-Fudeba e nem no Shed tinha tal refri. Ficamos na instiga....
Encontramos a galera do Rio no X-Fudeba e praticamente tomamos o lugar.
No fim do dia só descansar, tomando um banho ultra-quente na ducha do Jardim (é uma daquelas que vc. coloca água quente e mistura com água fria)
No próximo post falo do segundo dia e da semana pós-Jaú
Marcadores:
msx jau viagem 2007 primeiro dia fudeba
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Ida a Jaú
Estamos indo para Jaú!
Chegaremos lá por volta das 12h30min
Espero que seja massa!
Pena que não vou poder levar nada de especial, talvez as minhas idéias e o meu progresso, e só....
Conforme der tempo, eu coloco algumas fotos por aqui...
Boa viagem a todos!
Chegaremos lá por volta das 12h30min
Espero que seja massa!
Pena que não vou poder levar nada de especial, talvez as minhas idéias e o meu progresso, e só....
Conforme der tempo, eu coloco algumas fotos por aqui...
Boa viagem a todos!
domingo, 28 de outubro de 2007
Não fui no Rio, mas em Jaú.... (mais emulador e player)
Não consegui ir no MSX-Rio, um dos maiores eventos de MSX do Brasil. O principal motivo foi o mestrado, que começou uma semana depois do evento. Como estou no meio do mestrado e muita coisa já passou por debaixo da ponte, conversei com a minha orientadora e vou pegar 5 dias de "férias". E elas vão começar exatamente no MSX-Jaú, o outro grande evento de MSX no Brasil.
Espero levar alguma surpresa "musical" no evento, mesmo que seja um protótipo. Esse próximo feriado (o de finados) vai ser bom para ressucitar velhos projetos (outros nem tanto).
Em tempo: voltei com um dos meus projetos que está no meu TODO list há... 6 anos!
Trata-se de um emulador de CoCo (Tandy Color Computer), chamado de CEPECD-BR. Ele tem esse nome meio bizarro por ser, na verdade, um emulador do CP 400 (CE PE - 400 em algarismos omanos). Tem até projeto na sourceforge e tudo...
Estou fazendo o emulador usando o BlitzMax, ferramenta criada pelo pessoal da Blitz Research Ltd da Nova Zelândia baseada em BASIC para a criação de jogos. Descobri algo legal nesse cara: ele permite armazenar referências para funções. Cool!
O player de MSM está indo bem, obrigado. Estou terminando algumas coisas do Mestrado e ainda vou fazer algumas coisas dele hoje. Vamos ver.
Espero levar alguma surpresa "musical" no evento, mesmo que seja um protótipo. Esse próximo feriado (o de finados) vai ser bom para ressucitar velhos projetos (outros nem tanto).
Em tempo: voltei com um dos meus projetos que está no meu TODO list há... 6 anos!
Trata-se de um emulador de CoCo (Tandy Color Computer), chamado de CEPECD-BR. Ele tem esse nome meio bizarro por ser, na verdade, um emulador do CP 400 (CE PE - 400 em algarismos omanos). Tem até projeto na sourceforge e tudo...
Estou fazendo o emulador usando o BlitzMax, ferramenta criada pelo pessoal da Blitz Research Ltd da Nova Zelândia baseada em BASIC para a criação de jogos. Descobri algo legal nesse cara: ele permite armazenar referências para funções. Cool!
O player de MSM está indo bem, obrigado. Estou terminando algumas coisas do Mestrado e ainda vou fazer algumas coisas dele hoje. Vamos ver.
sábado, 15 de setembro de 2007
Muitas coisas: de MSXRio a SuperCard
O mestrado, para variar, está me deixando sem tempo para nada. Mas, tudo bem (agora vai aparecer o carro do comercial, hehehe). Vou colocar algumas novidades (umas nem tanto):
- No feriado de 7 de setembro (há uma semana, portanto) aconteceu um dos dois eventos (o outro é o MSXJaú) mais importantes de MSX no Brasil: o MSXRio, organizado pelo Ricardo J. Pinheiro, pelo Zé Luiz (ZLZ), Edson "Sucochip", entre outros. Este ano o evento foi no SESC Engenho de Dentro, perto do Estádio Engenhão (é isso mesmo?). Foi muito show segundo os que puderam participar. Teve novos jogos do SLotman e uma placa chamada VDU, feita pelo Oazem. A VDU tem 3 VDP 9958 (a mesma do MSX 2+) e, junto com a VDP de um MSX previamente modificado, é capaz de mostrar 4 telas sobrepostas simultâneamente! Muito massa, mesmo;
- Estou escrevendo que nem doido pro mestrado, e meus horários estão tão "punks" que tem um dia (sexta-feira) que vou trampar das 7 às 20h30min! Ainda bem que é só por 3 meses, senão eu iria precisar de uma "camisa" nova...
- Minha esposa lançou o livro dela. Quem quiser comprar para presentear o filho/filha/parente jovem que gosta de ler, fique a vontade! Sou suspeito para falar, mas o livro é muito legal! Mais detalhes do livro aqui e compras no site da editora (e espero que, em breve, no da autora também);
- O trailer do Homem-de-Ferro está animal. Pelo visto, Robert Downey Jr. conseguiu incorporar bem o papel. E os efeitos (tanto CG's como os não-CG's) estão ótimos. Resta ver como fica o resultado final. Talvez eu consiga ver no cinema, quem sabe?
- Estou programando muito pouco, preciso voltar a ativa. Vou mexer um pouco com MSX para ver se desenferrujo um pouco. Também vou programar em C, Assembly. Faz tempo que eu não faço essas coisas...
- Como irei para Santo André todos os dias, e nem sempre vou estudar no trajeto (já fiz 1 faculdade e 1 pós assim), achei por bem procurar alguma distração na viagem (30 minutos de trem). Pensei num DS, mas o preço do console "oficial" (importado legalmente) me desanimou (550-700 reais). Não tenho tempo e tempo$ para comprar o DS "oficioso" (stand center, shopping 25, etc.). E mesmo os jogos do DS não me interessam muito. Até que vi isto:


- Com o cartão aí em cima posso jogar os jogos do GBA no meu GBA SP, mais jogos de NES, Master System, Game Gear, Turbo Grafx-16, Gameboy.... Ou seja, meus problemas acabaram! E ainda suporta vídeos (que não fiz funcionar ainda) e ainda veio com um cartão de 1 GB mini-SD. Comprei nesta loja, através do mercado livre;
- Amanhã (ou hoje, dependendo do referencial) vou testar o msxadvance, que seria um emulador de msx para gba.
Assinar:
Postagens (Atom)