quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Sobre a proibição do CS e do Everquest

Um juiz estadual (em Goiás, se não me engano) toma uma decisão: proíbe a venda e a circulação de dois jogos eletrônicos. De repente, todo o país é mobilizado, e a proibição passa a ser nacional.

É engraçado como as coisas funcionam por aqui: decisões locais são acatadas nacionalmente - principalmente as mais absurdas. Nos EUA a coisa é bem diferente: a lei é quase estadual. Por exemplo, há estados com pena de morte, outros não. Há estados que você pode dirigir desde os 16, em outros só com 18.
Os jogos proibidos são o Counter-Strike (também conhecido como CS) e o Everquest. O primeiro é um jogo bem fuleiro, na minha opinião, de tiro em primeira pessoa, que utiliza o engine do Half-Life, chamado de Source. O segundo jogo é um RPG multiplayer com múltiplos jogadores simultâneos (MMORPG), com certo sucesso fora do Brasil, mas bem impopular por aqui.

Counter-Strike é chato. Dá para explicar o funcionamento dele com poucas palavras:
- Compre armas
- Ande
- Ande
- Se esconda
- Ande
- Ande
- Mate algum mané
- Se morrer, espere o round acabar (pode ser uma eternidade)
- Senão, desarme a bomba...

É besta nesse nível mesmo. Battlefield é mais divertido. Unreal Tournament também. Quake também. A lista de jogos mais divertidos é extensa. Mas, por alguma razão cósmica, CS faz muito sucesso por aqui. Também, qualquer máquina fuleira roda o jogo. As Lan Houses fazem a festa com esse jogo. Tem Lan's que só tem esse jogo e, nos bons tempos, faturavam alto.

Everquest pouca gente conhece por aqui. Se tivesse sido o Ragnarok ou o Gunbound aí sim o bicho iria pegar.

Agora vamos a minha opinião: os jogos em si são um pouco bestas (não conheço muito o Everquest, mas enfim). O problema está na proibição em si. Hoje tais jogos são proibidos. Amanhã, são outros. Daqui a pouco só os jogos estilo "Ursinhos Carinhosos" vão ser permitidos.

Para quem não se lembra, os seguintes jogos foram proibidos:
- Duke Nukem 3D (por causa daquele idiota que atirou no cinema do Morumbi Shopping, em uma sessão do Clube da Luta)
- Carmaggedon (é um lixo tão grande que mereceria uma punição maior)
- Postal (é meio tosco)

Porém a Internet é poderosa e, no caso do CS, há um agravante: Steam. Steam é o sistema de distribuição de jogos online da Valve (a empresa do CS). Ele é 100% online. Se você tem um cartão de crédito internacional e não se importar em pagar em dólares, vc. compra qualquer jogo deles, incluindo o próprio CS.

O motivo para a proibição do CS é besta: como o CS é altamente customizável, alguém (ou um grupo de pessoas) criou mod's (modificações) baseadas em coisas do Brasil, como favelas, traficantes, sequestros, etc. Resultado: para o juiz, esse jogo incita a violência e deve ser proibido.

Tá, e o Tropa de Elite, o Cidade de Deus? Tem o mesmo conteúdo, incitam (de forma diferente, admito) a violência, se é que incitam. Por que não são proibidos?

E as novelas? E os noticiários que declaram opiniões como se fossem fatos, distorcem a realidade e operam como o quarto poder?

O engraçado é ver como a mídia televisiva cobre o caso. E isso me faz lembrar da Xuxa. Nos anos 80, ela estava em alta com o programa dela. Vez ou outra, ela atacava, na cara dura, os videogames. Dizia que estragava a TV, estragava a visão, entre outras bobagens.

Hoje, além dos jogos, a Internet é uma vilã. Cada vez mais assisto menos TV, pois a Internet fornece informações e conteúdo em maior quantidade e, em muitos casos, melhor qualidade. Minha TV nova, da LG, funciona muito mais em conjunto com o aparelho de DVD (malditas séries), com os jogos de consoles e como monitor para o micro do que para ver TV.

Na net é mais fresco. Pode não ser tão confiável, mas você consegue perceber (mais ou menos) como as coisas funcionam. E tem variedade. E, sob certas circunstâncias, é relativamente democrática. Com decisões como essa do juiz, é exatamente isso que o mundo real brasileiro está deixando de ser.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Pronto, agora o MySQL vai morrer

Depois de ler a notícia do site ComputerWorld, já era. O MySQL vai morrer rapidinho, vai ficar lerdo pra caramba, teremos migração em massa para o PostgreSQL.

Motivo?

A Sun assumiu o controle da MYSQL por 1 Bilhão de dólares

Estou começando a odiar ainda mais a Sun (e seus xiitas), junto com a Microsoft e outras empresas...

Tudo que a Sun toca, emperra, é voltado para a tecnologia Java (que ela faz questão de emperrar, para marcar presença), e é colocado em segundo plano, de modo a favorecer as soluções da própria Sun.

Exemplos? OpenOffice.org emperrado por causa do StarOffice; Netbeans emperrado para não concorrer com o Sun Forte e as demais ferramentas de desenvolvimento da Sun.

Em suma: tudo aquilo que a Microsoft fez com ambientes de desenvolvimento da Borland, ela está fazendo com outras tecnologias...

O software livre, conceitualmente, pode morrer por causa das corporações.

A notícia está aqui.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

O futuro será "baixável"

Estamos no começo do século XXI, e dois formatos de mídia estão brigando palmo-a-palmo pela supremacia do conteúdo digital em alta resolução, o Blu-ray e o HD-DVD.

O Blu-ray foi criado pela Sony, e tem o aval de várias produtoras de filmes, como a Disney, a Fox e, mais recentemente, a Warner e a New Line Cinema. Já o HD-DVD foi desenvolvido pela Toshiba, e tem o apoio da Universal, pois até a Paramount está revendo os seus conceitos.

Sabe qual é o problema dessa disputa? Não existe um "salto quântico" entre o DVD tradicional e os formatos em alta definição. Ou, vendo sob outro prisma, esse salto não é perceptível com as TV's tradicionais, com míseras 500 linhas de resolução vertical e entrelaçadas. Precisamos de TV's com, pelo menos, 720 linhas de resolução (o chamado HDTV ready) ou 1080 linhas (Full HD). Sem isso a diferença pode até existir, mas não será visível.

Lembra quando chegaram os primeiros DVD's? O irmão de um amigo meu tinha trazido dos EUA um DVD player e o filme Spawn, que nem tinha saído nos cinemas daqui. A qualidade do filme pode até ser questionável, mas a imagem e o som estavam anos-luz à frente das fitas, mesmo com uma TV "convencional".

É por isso que nem o Blu-ray e nem o HD-DVD decolaram de verdade. Quando falo em decolar, significa ter propagandas na TV, radio, jornais, etc.

Significa também ter revistas dedicadas ao formato e, o mais importante, ter à venda em lojas como as Casas Bahia. Ou, melhor ainda, virar brinde de algum programa de auditório, como o Tentação do Sílvio Santos.

Mas o que tudo isso tem a ver com título? Simples. Veja esta TV por exemplo:

LG 42LB9RTB

É uma TV de 42 polegadas, LCD, HDTV ready. Até aí nada demais... Exceto que ela possui um disco rígido de 80 GB. Daqui a algum tempo (pouco tempo, creio eu) teremos não apenas o HD, mas também uma conexão à Internet (que será essencial para a Interação da TV digital, diga-se de passagem). Pronto, tudo que é preciso para disponibilizar conteúdo baixável.

Há outras opções, como assistir o Youtube e o Joost diretamente na TV. Tudo é possível.

Acredito que seja esse o motivo pelo qual a Micro$oft não colocou um leitor HD-DVD ou Blu-ray no XBox 360. Um leitor HD-DVD, como sabemos atualmente, seria um tiro no pé. Por isso a Microsoft disponibilizou apenas um drive externo (e, se ela foi esperta, é um drive que lê os dois padrões...). Já um leitor de Blu-ray, embora mais viável em relação ao futuro, iria alimentar o inimigo (a Sony). Entre a cruz e a espada, a empresa do Tio Bill ficou com a XBox Live Marketplace, e com os vários acordos para disponibilizar filmes, desenhos animados e séries para download.

Isso só vai vingar, por outro lado, se as conexões com a Internet melhorarem, tanto em quantidade, como em qualidade e preço, principalmente. Não adianta nada disponibilizar um DVD inteiro de conteúdo se temos que pagar quase 200 pratas para ter uma conexão meia-boca que precisa de uma hora ou mais para baixar esse conteúdo enquanto que, em outros países, o mesmo conteúdo pode ser obtido em minutos. Isso sem contar os monopólios criminosos que temos em algumas regiões do mundo (no Brasil então...)

sábado, 22 de dezembro de 2007

Aproveitando o Meme....

do Cesar Fudeba (como disse o Sturaro)....
Uma hora: $40 - $04 minutos, $0E10 segundos, $24 x $0A^$05 milisegundos...
Um astro: Ator? Nenhum me vem a cabeça. Corpo Celeste? O Sol
Um móvel: Sofá
Um líquido: Suco de laranja
Uma pedra preciosa: Água-marinha (é a minha Birthstone)
Uma árvore: O Ipê em frente de casa...
Uma flor: A flor da minha esposa
Um animal: Gato
Uma cor: Azul
Uma música: Juke Box Hero, do Foreigner
Um livro: Elite da Tropa
Comida: Lasanha
Um lugar: "Onde está o seu tesouro, lá está o seu Coração"
Um verbo: Pensar
Uma expressão: A expressão do ano: "Número 7, traz o saco e a vassoura..."
Um mês: Setembro
Um número: 34
Um instrumento musical: Violino
Uma estação do ano: Verão

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Sobre Jaú e meu pai - parte final

Meu pai chegou antes de tentarmos o "plano", e ele falou de procurarmos um restaurante para almoçarmos fora. Pensei: pronto, agora vamos peregrinar!

São Paulo, no centrão, procurar um restaurante aberto é quase como achar agulha no palheiro. Antes que perguntem, eu moro no CENTRO, perto da República, do Anhagabaú, da Sé... Falo isso porque tem gente que acha que o centro de São Paulo é na Paulista ou, pior, em Santo Amaro ou Pinheiros.

Voltando a busca, pensei em um restaurante / rodízio perto do metrô Anhangabaú, mas ele estava fechado (como 99% de todos os restaurantes no centro). Meu pai achou estranho, mas seguimos em frente. Aí eu tinha me lembrado de um que eu fui jantar com a Mô faz mais ou menos 1 ano. Fomos lá e, por "sorte", ele estava aberto.

Ele era rodízio, o que significa comer à "vontade", e foi o que fizemos. À vontade até demais.
Depois de muita carne (algumas boas, outras nem tanto), Coca-cola (o líquido negro trevoso, hehehe....) e muita conversa, fomos embora e meu pai voltou para casa.

Na segunda-feira (vejam só a saga...) era meu último dia no trampo, depois entrei de férias (férias, hahahahaha, quem faz mestrado não conhece isso). Tinha um projeto meio que pendente e acabei correndo com ele. Sorte minha que não tinha aula, porque senão...

Bom, não tinha comido muita coisa, mas o que quer que eu tenha comido na segunda foi a gota d'água na terça, feriado. Passamos mal. Eu primeiro, com o estômago ruim e o instestino pior. Quase precisei ir no médico. Ainda bem que, depois de algumas "chamadas" de pessoas que nem conheço (acho que vcs. entenderam), fiquei um pouco melhor. Na quarta-feira ainda me recuperei, tava tão fraco que era capaz de desintegrar se eu fosse para escola. Era dia de entregar várias atividades, dia de prova e tinha uma apresentação para fazer (e o cabeção aqui tinha esquecido que era reposição de aula). Eu estava tão ruim que nem levantei no horário certo, acordei beeem tarde.

Quando eu começo a melhorar na quinta-feira, é a vez da Mô ficar ruim. E ela fica assim na quinta e na sexta, se recuperando no sábado. Moral da história: em vez de fazer o mais lógico (comer em casa, pegar leve) abusamos da sorte. E o pior que os dois já estavam vacinados desse problema, já tivemos uma crise parecida no começo do ano.

Agora estamos bem tranquilos, comendo só o necessário, tirando o refri (que já estava) e até os sucos "naturais" (em caixinha) da nossa dieta, e pegando beeem mais leve.

Mortos e feridos, vivemos todos.

E foi por isso que também não postei sobre Jaú antes...

Espero poder ir nos próximos... e se possível levar alguma coisa...

As fotos do evento estão no meu "Flikr":

http://www.flickr.com/photos/11107300@N02/sets/72157603209826720/

E postei um vídeo do VDU em ação aqui:

domingo, 25 de novembro de 2007

Sobre Jaú parte II - e meu pai

O segundo dia foi bem diferente do primeiro. Isso, em uma viagem, é muito bom pq. quando os dias parecem os mesmos significa que é hora de voltar.

O evento em si ficou mais interessante, mais com cara de MSX mesmo. Além da banquinha com Zines e camizetas montada pelo Ricardo, tinham alguns produtos do Tabajara (gente boa também, diga-se), mais MSX's ligados.

Vários fudebas ilustres apareceram no segundo dia: RicBit, Oazem, o restante da galera do Rio...
O RicBit mostrou várias fotos da ida dele a um museu de informática na Califórnia.

Depois o Oazem mostrou o VDU em ação mais uma vez. E ele mostrou um demo preparado especialmente para Jaú: Prince of Persia! Ficou muito massa, da hora mesmo! E o detalhe: feito 100% em BASIC, justamente para mostrar a facilidade em utilizar o VDU. Aliás, o Oazem foi super gente fina, me explicando como funciona o VDU, inclusive com detalhes do seu funcionamento (até me animei para fazer uma coisa que, se der, eu posto por aqui). Até eu brinquei um pouco com o VDU... Cara, abre amplas possibilidades (parece que o DJC também deu uma olhada).

O FRS, no dia anterior, estava com o seu projeto de "emulador" (talvez o correto seja tradutor) dos comandos do módulo FM para que eles funcionem no MSX-Audio. Ele até mostrou alguns exemplos de como fica o som do FM quando ele é traduzido adequadamente para o chip do MSX-Audio. E ele quer fazer um conversor em hardware. Espero que ele consiga e, se estiver no meu alcance e se ele precisar, estou a disposição.

O DJC mostrou um mega projeto: converter o Altered Beast, originalmente feito para fita K7, para que ele rode em disquete. Ficou muito bacana, e ele disponibilizou de graça o projeto. Realmente ficou coisa fina.

No almoço do segundo dia conseguimos (eu e a Mô) beber o tal do refrigerante 15. De fato, ele é ótimo. Tem pouco gás e o sabor lembra uma mistura de guaraná Taí com Tubaína.

No almoço descobrimos algo incrível: o Spy tem mãe! Pena que, um pouco depois do almoço, tivemos que ir embora, nem deu para falar com ela direito.

Conheci o Edgar Pinheiro, do Nordeste, e ele me falou sobre o CP 400 dele. Edgar, quando der, eu te mando um email com o caminho das pedras sobre ligar o CP 400 via cabo video composto, ok?

Falei um pouco com o Moacyr nos dois dias. Tanto ele como a esposa são super gente fina mesmo. Espero poder encontrar com eles mais vezes, afinal eles são daqui de sampa...

Conheci o Paulo Maluf no primeiro dia. Pena que ele só pode ir de novo no terceiro dia. O mesmo aconteceu com o Carchano, que só apareceu nos últimos dias.

Empacotamos as nossas coisas no dia 16, à tarde e, lá pelas 17h, pegamos o ônibus com destino a São Paulo. É muito chato ter que sair assim no meio, mas não tivemos outra escolha. Não dava para deixar os "pequeninos" sem cuidados por tanto tempo. E tinha um monte de coisas do mestrado para fazer também.

Falando do mestrado, volto a questão do Notebook. Deveria ter levado ou não? No começo achei melhor levar porque estava realmente apertado com várias coisas para fazer. Mas foi melhor não ter levado por três motivos:
1) Ele é pesado, pesa quase 3 kilos. Preciso arrumar um Notebook que seja realmente portátil ou trocar o meu Palm Tungsten E por um T|X ou superior
2) Iria ficar ainda mais preocupado em fazer as minhas coisas do que aproveitar a viagem
3) Sem saber, eu iria ter muuuito tempo para fazer as coisas...

Beleza. Chegamos à casa na sexta-feira à noite. Descansamos, fomos fazer algumas atividades no sábado. Comecei a colocar algumas coisas em ordem.

No Domingo, de surpresa, meu pai me visita. Aqui vale uma explicação. Em 2005 eu saí de casa, enquanto ele e minha mãe estavam viajando. No final de 2005 eu casei e me mudei para um apartamento dois andares acima daquele que eu estava morando em 2005. Já estamos morando aqui quase dois anos e nada dos meus pais aparecem. E eis que o meu "velho" surge, do nada.
Ele veio à pé, aproveitando-se do fato de que está com mais de 65 anos (o que significa passagens grátis). Depois de dar algumas orientações ele chega aqui bem na hora do almoço.
Antes de ele ter ligado, olho pela janela e vejo o lugar que vende frango assado. Pensamos, eu e a Mô, de comprar um e isso iria ser o nosso almoço.

No último post falo como a história termina (e nós quase terminamos também...)

Sobre Jaú

Queria ter postado antes, mas a semana tava mais complicada do que de costume. Vamos lá!

Jaú foi espetacular! Encontrar o Wilson, o Toni e o resto da galera que só conheço virtualmente foi muito dez. A viagem em si foi bem tranquila, deu para ouvir vários mp3's e até jogar um pouco de Gameboy Advance (espero que, no próximo encontro, eu ache algum emulador legal de MSX para GBA para jogar os clássicos no caminho).
A Mô adorou o trajeto, pois estava cheio de bichinhos, como vacas, cavalos, etc.
Foi a primeira vez que deixamos os nossos gatos "sozinhos" por dois dias. E eles aguentaram bem.
Em Jaú ficamos no Hotel Jardim (o mesmo que ficou o Sturaro e o Davi). Nem sabia que tinha internet wi-fi, senão até levava o meu notebook... peraí, notebook?

Essa era umas das questões polêmicas: eu deveria ter levado o meu notebook para Jaú? Eu volto para essa questão mais tarde.

O local é super massa. A Mônica até pensou na possibilidade de um dia morarmos em Jaú, em uma "pequena" propriedade. Eu estou louco para sair de Sampa, então se um dia encontrarmos o lugar certo longe da "capitar", mudamos mesmo. Ela não é uma super-fã de calçados, mas graças à esposa do Moacyr (os dois muito gente fina por sinal!) ela até se animou e pegou um sapato.

No evento em si, tinha vários MSX sim, pena que estão desligados. Se eu tivesse carro e fosse de carro levaria monitores / TV's para ligar os bichinhos. Enquanto um "scan-doubler" para ligar os MSX's em monitores modernos não for algo popular, fica difícil ligar vários MSX's ao mesmo tempo.

Conheci o Carlos e o OCM. É o tal negócio: dá para fazer um MSX on-a-chip. Só que, para nós que vivemos na américa, as coisas são bem mais complicadas.

O primeiro dia foi mais para reconhecimento do lugar (a escola é muito boa), das pessoas e do X-Fudeba, à noite. Aliás isso rendeu um fato pitoresco:
- Hum, acho que vou pedir dois deste especial aqui
- Você tem certeza?
- Os pães aqui são um pouco maiores - era o Toni me explicando
- Tá bom então. Vamos pedir um só. Se eu ainda estiver com fome, peço outro...

Quando o lanche chegou... meu Deus! Devia ter levado a minha câmera (bateria fraca...). Consegui comer uns 55% do lanche, e a Mô contribuiu com 25%. Ainda faltou quase um quarto do lanche e os dois já estavam cheios.

Kim comendo o lanche dele sozinho e colocando litros de pimenta dava medo.... especialmente para o pessoal que estava dividindo o quarto com ele. E se ele fizesse digestão? Seria um ataque biológico em plena Jaú! :-)

Fomos até o Shed... ah, me esqueci de uma pequena saga que eu e a Mô começamos no primeiro dia: encontrar algum lugar que vendesse 15, o refrigerante local. Por incrível que pareça, nem no X-Fudeba e nem no Shed tinha tal refri. Ficamos na instiga....

Encontramos a galera do Rio no X-Fudeba e praticamente tomamos o lugar.

No fim do dia só descansar, tomando um banho ultra-quente na ducha do Jardim (é uma daquelas que vc. coloca água quente e mistura com água fria)

No próximo post falo do segundo dia e da semana pós-Jaú